Conhecidos como mosquitos, pernilongos, muriçocas, carapanã, entre outros nomes, acredita-se que sejam originários da América do Sul, tendo se espalhado já no período jurássico, pois fósseis indicam que surgiram há cerca de 170 milhões de anos. Da família Culicidae, que reúne aproximadamente 3.600 espécies, raramente passam de 16 milímetros, pesam no máximo 2,5 mg e costumam ocupar criadouros naturais, como buracos em árvores, água parada, terra molhada, etc. Conseguem voar de 1 a 4 horas sem interrupção, percorrendo até 10 km por noite. Na maior parte das espécies, machos e fêmeas se alimentam de néctar e seiva, mas só a fêmea consegue sugar sangue, pois precisa de proteínas e ferro para desenvolver seus ovos; ambos os sexos são mais ativos quando há pouca luz, isto é, do entardecer ao amanhecer.
O tempo de vida dos pernilongos difere conforme o sexo: a fêmea sobrevive de 42 a 56 dias, enquanto o macho dura apenas 10 dias; já os ovos eclodem em até 48 horas depois de serem liberados pela fêmea.
Além do grande desconforto que provocam nas pessoas, representam sério risco à saúde pública, pois transmitem doenças graves como: Chikungunya, Zika, Febre Amarela, Dengue, Malária, Encefalites, Filariose, entre outras. E boa parte delas pode levar o infectado à morte.
Todos já sabem, mas vale repetir: a forma mais eficaz de enfrentar os mosquitos, sobretudo o Aedes Aegypti, é impedir o surgimento de novos criadouros!! Então, não esqueça:


















