Descendentes dos ácaros e encontrados em todos os continentes, salvo a Antártida, os carrapatos ocupam os ambientes mais diversos, como mato, madeiras, plantas, solo, animais, etc. Já foram catalogadas mais de 800 espécies e fósseis achados indicam que existem há no mínimo 90 milhões de anos. O tamanho varia conforme a espécie, indo de 0,2 a 10 milímetros. Integram um pequeno grupo denominado hematófago, que se nutre de sangue, seja humano ou de mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Conforme o número de carrapatos alojados no hospedeiro, podem prejudicar a saúde da vítima pelo excesso de sangue retirado e, por meio da picada, transmitir doenças provocadas por vírus, bactérias, protozoários, entre outros, gerando desde anemias, distúrbios intestinais, cansaço, dores no corpo, dores de cabeça e calafrios até encefalites, febres hemorrágicas, tularemia, erlichiose, doença de lyme, babesiose, febre maculosa, doença powassan, entre outras.
Sua vida inteira não ultrapassa 30 dias, e as fêmeas morrem depois de botar seus ovos, podendo colocar de 3 a 7 mil, que eclodem entre 20 e 60 dias após a postura.
No Brasil, as espécies mais conhecidas e observadas são:
Carrapato-de-Boi (Boophilus Microplus)

Vindos da Ásia, registram alta ocorrência em rebanhos bovinos também na América, África e Austrália. Seus hospedeiros são os bovinos, e é tido como o carrapato de maior impacto em prejuízo econômico nos rebanhos americanos.
Carrapato-Estrela (Amblyomma Sculptum)

É o mais frequente em humanos e transmite a preocupante febre maculosa, que leva à morte 30% dos doentes; seus hospedeiros principais são os eqüinos, mas parasitam também bovinos, animais silvestres e domésticos.
Carrapato-de-Galinha (Argas Miniatus)

Seu hospedeiro preferido são as galinhas, mas também parasitam pombos, patos, perus e outras aves, alimentando-se de mamíferos e/ou humanos somente quando a infestação é grande e encontrar alimento fica mais difícil. Transmitem às aves a bouba, doença infecciosa que pode levar à morte dos contaminados.
Carrapato-Vermelho-do-Cão (Rhipicephalus Sanguineus)

Suas vítimas principais são cães e gatos, nos quais costumam se fixar entre o coxim plantar e as orelhas, mas também podem se hospedar em animais silvestres.
Para todas as espécies mencionadas, a Extermine Pragas oferece o controle adequado à sua necessidade.


















